Novo ano novos objetivos

Estamos numa época propícia para fazer planos.

Grande parte das pessoas, motivadas pelo novo começo que a mudança de ano inspira, sentem-se impelidas a planejar um futuro diferente - como se todo o passado pudesse ser deixado para trás, junto com o ano que está por findar.

É a historia do “adeus ano velho..., que tudo se realize no ano que vai nascer”. Muitos se motivam a dar outro rumo à vida e alguns acabam realmente conseguindo. Os que não conseguem ficam com aquele sentimento de “fracassei novamente”...

A diferença entre os que tentam e os que conseguem, está na forma de pôr em prática seu objetivo.

Antes de se entregar totalmente ao sentimento de fracasso, procure entender que o sonho é só o primeiro passo para a realização.

A Programação Neurolinguística estudou bem a questão dos objetivos e dá orientações eficientes para pô-los em prática. Siga os passos seguintes e seja bem vindo ao grupo dos que alcançam os seus sonhos.

1. O seu objetivo tem que ser bem claro e específico, assim como os resultados que sua realização trará para sua vida. Somente sabendo onde se quer chegar é que se conseguirá começar a caminhar. Avalie se os resultados podem fazer parte de seu futuro, antes de ir em busca deles.

2. Para conseguir realizar seus objetivos, eles têm que ser passíveis de concretização, dentro das possibilidades que você tem. Sempre que o alcance do seu objetivo estiver passando pela necessidade de participação de outras pessoas, você estará correndo o risco de não alcançar. Tente determinar seus objetivos de forma que dependam mais da sua dedicação do que da dos outros. Você pode se determinar a realizar seus planos, mas, os outros, não necessariamente têm que participar de seus sonhos. Como você, os outros podem escolher seus próprios caminhos.
Resumindo: escolha um objetivo que dependa de você – assim terá mais controle sobre suas realização.

3. Especificando seu objetivo, identifique um prazo ideal para sua realização e um segundo prazo – o prazo máximo de realização. Seja prudente ao determinar estes prazos. Não queira reduzir este tempo a menos do que o realmente necessário para a realização, afinal, você não é o super-homem. Sempre que exigimos acima de nossas possibilidades, acabamos nos frustrando e nos sentindo fracassados.

4. Então, comece a especificar seus planos de realização. Questione-se: O que o impediu de alcançar este objetivo antes? De que recursos você já dispõe para alcançar seu objetivo? Que recursos adicionais você precisa para realizá-lo? Como você vai chegar lá? Por onde tem que começar? Quais os passos a dar para que possa alcançar cada fase de seu objetivo – uma após a outra?

5. Vá em frente!

Seguindo estas instruções você terá mais chance de êxito. Mas, lembre-se sempre que o fracasso não existe! Os resultados, mesmo sendo negativos, sempre podem ser usados como experiência e base para sucessos futuros.

Sonhe sempre! Corra os riscos de forma consciente e inteligente! Você já é um vencedor simplesmente por ter tentado; pois, muitas pessoas têm medo de seguir os seus sonhos... Você é uma pessoa especial!
Um feliz Natal e um “realmente próspero” Ano Novo!

TOC, Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Obsessão = Idéias ou Pensamentos que costumam aparecer com muita freqüência.
Compulsão = A repetição de determinadas atitudes ou ações.

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo é a associação destes dois comportamentos e acomete cerca de 3,5 % da população brasileira.

Na prática, a pessoa que sofre com este transtorno é invadida por pensamentos negativos que lhe causam profundo medo e angústia. Na tentativa de amenizar estas sensações, acaba criando rituais, nem sempre lógicos, que têm que ser repetidos sempre que aqueles pensamentos aparecem – são o que chamamos de Rituais Compulsivos.

O T.O.C. é um dos problemas psicológicos que mais causam sofrimento, pois, acabam obrigando seu portador a realizar seus rituais, tornando-o completo escravo dos seus próprios pensamentos negativos. O que intensifica o sofrimento é que, a vítima, normalmente tem consciência de que a necessidade de repetição do seu ritual é uma coisa ilógica. Mesmo com essa consciência, não consegue deixar de fazê-lo. Ao mesmo tempo, estes rituais acabam por estimular ainda mais os pensamentos negativos. Controlar para não realizar o ritual também não funciona – a obsessão mais uma vez se intensifica.

Acredita-se que este transtorno tem causas genéticas e ambientais. O que se sabe, é que duas regiões cerebrais são as principais sedes do transtorno – o córtex órbito-frontal e os gânglios da base do cérebro. Estas regiões são responsáveis pelo processamento das informações recebidas e pelo controle do medo. Considera-se também, como causa, uma disfunção de serotonina.

Síndrome do Pânico

A Síndrome do Pânico é caracterizada por ataques incontroláveis de fobias súbitas e irracionais.
A pessoa que apresenta este distúrbio tem freqüentemente a sensação de que pode morrer a qualquer momento, o que pode ser acompanhado de transpiração, formigamento em partes do corpo, taquicardia, falta de ar e sensação de desmaio iminente. Em poucos lugares pode sentir-se segura, muitas vezes só em sua própria casa ou nem mesmo nela.

Este distúrbio atinge de 1,5 a 3,5 % da população mundial, tendo seu público preferido entre as mulheres – em cada quatro pessoas com a Síndrome, três são mulheres com até trinta e cinco anos.
Os motivos ainda são desconhecidos. Alguns estudiosos dizem que parte da razão está no estresse provocado pela “Vida Moderna”. Descargas de adrenalina no sangue, provocadas por situações estressantes, afetam a circulação, os batimentos cardíacos, a pressão arterial e o funcionamento de alguns órgãos; resultando em um mal-estar intenso e generalizado.

Ter medo é normal! É através dele que nos protegemos das situações perigosas, e podemos garantir nossa sobrevivência. O problema é quando o medo surge sem razão aparente, tornando-se intenso e descontrolado a ponto de provocar sensações físicas tão desagradáveis que se confundem com um ataque cardíaco ou outro mal que possa levar à morte.
Quando vem a crise, a descarga de adrenalina estimula uma estrutura cerebral chamada complexo amigdalóide, que é encarregada de identificar o perigo externo e enviar mensagens de alerta ao nosso corpo. Quem sofre da síndrome do pânico, acha que há perigo no mal-estar e passa a identificar a situação em que ocorreu o pânico, como a causa do mal.

O medo de sentir medo pode desencadear outras fobias, generalizando o medo que surgiu especificamente.
O tratamento costuma envolver Farmacoterapia aliada à Psicoterapia. Terapias alternativas também podem ser uma boa ajuda no caminho da melhora. Particularmente, costumo associar Acupuntura e Psicoterapia.

Fobias

A Fobia é um sentimento de medo irreal em relação a um objeto ou situação real. É um medo injustificado e desproporcional, que invade a consciência, independentemente do reconhecimento de seu caráter absurdo, e resiste a qualquer espécie de argumentação lógica.
Em presença do objeto ou situação fóbica, o medo vem automaticamente e pode manifestar-se fisicamente, através de: vertigens, pânico, palpitações, distúrbios gastrintestinais, sudorese e perda da consciência.

TRANSTORNO FÓBICO-ANSIOSO

A diferença entre a Fobia e o Transtorno Fóbico, é que a fobia é o sintoma e o transtorno é a doença em si.
O Transtorno Fóbico-Ansioso se caracteriza pela prevalência da Fobia entre os demais sintomas da ansiedade.
Este transtorno aparece, principalmente, em três formas:

1- AGORAFOBIA

É uma ansiedade que surge em locais ou situações de onde seria difícil ou embaraçoso sair e onde a pessoa sente que terá dificuldades em conseguir ajuda em caso de passar mal.
A agorafobia pode ser antecipatória, aparecendo com a simples possibilidade de a pessoa viver determinadas situações como: ficar sozinho fora ou dentro de casa; estar no meio de uma multidão, viajar de automóvel, ônibus ou avião, passar em uma ponte ou entrar num elevador.

2- FOBIA SOCIAL

A Fobia Social caracteriza-se pelo medo constante de situações sociais. A pessoa com esta fobia, tem a sensação de que será humilhada publicamente e acaba por se afastar de situações como: apresentar-se ou alimentar-se em local público, utilizar um sanitário público, conversar com pessoas estranhas, enfim, de qualquer possibilidade de ser avaliada pelos outros. Essas situações, quando defrontadas, geram ansiedade intensa, angústia e sintomas autossômicos (do sistema nervoso autônomo).
É comum que problemas com álcool se desenvolvam secundariamente à Fobia Social, pois, de início, a pessoa tem a sensação de diminuição da ansiedade. Contudo, em excesso, o álcool pode precipitar os sintomas ansiosos. A incidência de alcoolismo em pessoas com Fobia Social vai de 14% a 40%. E a incidência de Fobia Social em alcoólatras varia de 2,4% a 57%.

3- FOBIA ESPECÍFICA

A Fobia Específica se caracteriza pelo medo exacerbado de objetos ou situações específicas. Mesmo quando a pessoa reconhece que seu temor é irracional, continua experimentando-o.
A ansiedade gerada pelo contato com o objeto ou situação fóbica pode manifestar-se de várias formas, inclusive como um Ataque de Pânico.
Da mesma forma que nas outras fobias, o indivíduo se afasta da possibilidade de contato com o instrumento de seu medo, mas, quando o afronta acaba sentindo grande ansiedade, angústia e sintomas autossômicos. Ainda da mesma forma, pode ter a ansiedade antecipatória, que faz com que sinta o medo mesmo antes de deparar-se com a situação temida.

Hoje, há muitas formas de tratamento para estes casos, que vão da farmacoterapia às mais variadas formas de psicoterapia, não deixando de lembrar que muitas terapias alternativas também costumam dar bons resultados.

Minha família livre de drogas

Não podemos negar que muito se evoluiu no que tange os relacionamentos familiares. Há pouco tempo atrás a educação infantil incluía impor que os filhos tivessem medo dos pais. Medo, sim! Claro que vinha camuflado de “respeito” – pois era assim que se classificava esta parte da educação. As crianças não ousavam desobedecer aos pais, por que se não... E eram usados corretivos bastante drásticos quando só a ameaça não resolvia.

Na verdade, “Respeito” passa muito longe de “Medo”.

O que estou dizendo talvez possa chocar algumas pessoas, pois, não é incomum escutarmos alguém louvando a educação que tinham as crianças num passado próximo. Uma boa parte destas crianças se transformou em adulto com dificuldades emocionais e afetivas.
Na historia de impor “respeito”, os pais acabavam afastando seus filhos e negando a eles uma opinião própria, embotando o desenvolvimento de uma personalidade saudável e criativa.
É claro que esta situação não é uma regra. Sempre houve pais sensíveis o suficiente para entender o verdadeiro significado da palavra “respeito” e imprimir sua verdade na educação dos seus pequenos.

Então, nas últimas décadas, com o aumento da facilidade de acesso às drogas, alguns de nossos jovens filhos acabaram caindo na tentação de preencher o vazio que havia em suas vidas.
As drogas vieram lhes dar sensações de segurança, de capacidade, de calma, de euforia e tantas outras que a própria personalidade não fornecia...
Nunca desconsidero que os pais, no processo de educação de seus filhos, sempre têm a melhor intenção possível. O que fazem, mesmo quando erram, estão fazendo por amor e com a vontade de acertar.

Como pais, acertamos e erramos, e precisamos estar conscientes disso. Precisamos baixar nossa guarda e entender que podemos, sim, voltar atrás, rever nossas atitudes e, eternamente, reformular nossos princípios.
Em algum momento de nossas vidas, estabelecemos nossos próprios conceitos do que é certo e do que é errado. Regramos nossas vidas sobre esta verdade estabelecida. Mas, quando nos envolvemos no duro trabalho de educar outro ser, não podemos deixar que nosso orgulho torne nossos conceitos rígidos demais. Afinal, se fomos incumbidos desta missão tão difícil, é porque precisamos também aprender com ela. Se estamos neste mundo para nos desenvolvermos como seres humanos, está aí nossa grande oportunidade.
A luta da família contra as drogas precisa iniciar-se na mudança de atitude.

Se você está iniciando sua jornada de educação de um filho, comece acertando. Sim, você pode! Esteja atento às informações que seguem e tente adaptá-las a sua jornada, evitando transtornos futuros.
Se você tem a verdadeira intenção de que seus filhos desenvolvam uma personalidade saudável e que não se envolvam com drogas, prepare-se para imprimir mudanças em sua vida e em seus conceitos.

- Comece desenvolvendo sua própria capacidade de diálogo. Seu filho precisa dialogar com você, precisa saber que você está presente, que pode contar com você – ele precisa confiar em você. Você tem que deixar claro seu laço afetivo com ele. A família não pode se tornar simplesmente um grupo de pessoas que convive no mesmo espaço. É necessário que o convívio forneça amor e segurança e que haja espaço para as expressões mais verdadeiras – mesmo quando forem duras de serem ouvidas.

- Quando seu filho apresentar ou se envolver em algum problema, tente se acalmar para fazer uma avaliação justa da situação. Seus erros devem ser bem avaliados e corrigidos. É importante que ele também possa avaliar o próprio erro, entendendo-o e ajudando na solução.
- Ninguém esta livre de se envolver em dificuldades, isso faz parte da vida. Quando isso acontecer com ele, oriente-o, ajude-o, esteja por perto e atento, mas, não resolva por ele. Seu senso de capacidade de solução das dificuldades precisa ser desenvolvido na prática desta solução.
- Independente da escolha por uma religião, a família deve produzir alguma orientação espiritual. Isto ajuda o individuo em suas escolhas e decisões quanto ao certo e ao errado.
- É necessário que ele desenvolva o senso de responsabilidade com as suas coisas e é importante que você dê o exemplo. Não se deixe levar pela facilidade do “faça o que digo não faça o que faço”. Mostre como se faz! A responsabilidade não pode ser somente uma filosofia – tem que ser uma vivência.
- Outro conceito muito importante a ser ensinado é o do limite. Seu filho não pode fazer tudo o que quer – deve entender o que é e como funciona o limite. Também deve saber que não terá tudo o que quer – na relação com os outros descobrimos que a vida não nos dá tudo. Para que ele se prepare para viver no mundo real, é necessário que aprenda a lidar com a frustração – isso fará com que crie maturidade e aprenda a valorizar suas conquistas.

Então, mãos à obra. Aposse-se destas informações e vamos iniciar, neste mesmo momento, nossa luta particular: Minha família livre das drogas!

Ansiedade

Calcula-se que 25% das pessoas apresentem algum indício de ansiedade. Ela vem acompanhando casos de estresse, de depressão e algumas vezes é justamente o que provocou este estresse e esta depressão.
As pessoas convivem com “momentos” de ansiedade em suas vidas quando, por exemplo, têm que tomar uma decisão importante. Mas, como disse, são somente momentos – a partir da tomada da decisão, a ansiedade se dilui.

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Programação Neurolingüística Aplicada a Vendas é um curso oferecido que aborda  os princípios básicos da Programação Neurolingüística, princípios Éticos, o processo de compra, a identificação das diferenças individuais e sistemas representacionais e as pistas oculares, que mostra qual parte do cérebro seu cliente está usando para escolher. Também como estabelecer uma relação harmônica com seu cliente, a linguagem hipnótica e a linguagem eficaz, aprendendo a perguntar.

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Mara Adriana de Felippe, apresentação

Psicóloga formada pela UFSC, em 1988,  em Florianópolis onde trabalhou por 10 anos com a Linha Terapêutica Psicodrama. Em 1998, na busca de tratamentos mais atuais, que trouxessem resultados mais rápidos, especializou-se em: Programação Neurolingüística e Hipnose Clássica e Ericksoniana.

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